BREVES REFLEXÕES ACERCA DA (IM)POSSIBILIDADE DE MEDIAÇÃO PENAL NOS CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR ABRANGIDOS PELA LEI MARIA DA PENHA

Autores

  • Guilherme Paulo Marques Graduado em direito pela UNAERP
  • Genival Torres Torres Dantas Junior Professor de Direito Penal da Unaerp

Resumo

No presente artigo, o objetivo é fazer uma análise das normas que vedam a aplicação da justiça restaurativa para resolução de crimes relacionados à situação de violência doméstica, inclusive para os crimes que são de ação pública de iniciativa condicionada à representação da ofendida. Foi feita uma abordagem da Resolução nº. 225 do Conselho Nacional de Justiça que visa fomentar a prática da Justiça restaurativa como método de solução de conflitos e na possibilidade de uso da mediação penal como forma de empoderamento e de protagonismo das mulheres em situação de violência doméstica e familiar, para resolver de forma satisfatória o conflito, se assim lhes parecer melhor. Trata-se de um texto que pretende levar a reflexões e, a partir delas, a um debate para encontrar caminhos mais sólidos na busca do empoderamento feminino, em especial, nas questões relacionadas ao atendimento pleno do objetivo da Lei Maria da Penha de prevenir e proteger as mulheres de atos de violência.

Biografia do Autor

  • Guilherme Paulo Marques, Graduado em direito pela UNAERP
    Graduado em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto-UNAERP. Advogado. Aprovado no VII Concurso de Provas e Títulos para ingresso na carreira de Defensor Público do Estado de São Paulo.
  • Genival Torres Torres Dantas Junior, Professor de Direito Penal da Unaerp

    Mestre em Direito pela Universidade Estadual Paulista-UNESP. Defensor Público da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. Docente de Direito Penal da Universidade de Ribeirão Preto-UNAERP.

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Publicado

2017-03-04

Como Citar

BREVES REFLEXÕES ACERCA DA (IM)POSSIBILIDADE DE MEDIAÇÃO PENAL NOS CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR ABRANGIDOS PELA LEI MARIA DA PENHA. (2017). Anais do Congresso Brasileiro de Processo Coletivo e Cidadania, 4. https://revistas.unaerp.br/cbpcc/article/view/710