https://revistas.unaerp.br/inrevista/issue/feedIn Revista | ISSN: 1980-64182026-03-26T00:00:00-03:00João Flávio de Almeidajoaalmeida@unaerp.brOpen Journal Systems<p align="justify">A <strong>IN Revista</strong> é uma publicação semestral, mantida pelo <strong>Núcleo de Pesquisa em Comunicação Social</strong> da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP, e pelo <strong>PPG Direito</strong> (programa de pós-graduação em Direito, nota CAPES: 4,0) da mesma Universidade.<strong><br /></strong></p> <p align="justify"><strong>Qualis B2 (quadriênio 2017-2020).</strong></p>https://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/4063A NATURALIZAÇÃO DA MISOGINIA: UMA ANÁLISE DO DISCURSO DE ÓDIO ENTRE ADOLESCENTES NA PLATAFORMA X2025-12-22T16:33:13-03:00Maria Amália Ribeiro Marquesmaria.amarques@sou.unaerp.edu.br<p>Este artigo analisa como o discurso de ódio misógino se manifesta e se propaga entre jovens na rede social X. A partir de uma imersão netnográfica, foram coletados e analisados prints de postagens reais que evidenciam a presença de conteúdos misóginos, violentos e discriminatórios. Com base na Análise do Discurso de linha francesa, busca-se compreender os sentidos produzidos nesses enunciados e as formações ideológicas que os sustentam. O estudo evidencia como o ambiente digital do X, marcado pela visibilidade, pela circulação rápida e pela ausência de mediação efetiva, favorece a legitimação simbólica e a banalização do ódio entre seus usuários.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Maria Amália Ribeiro Marqueshttps://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/3553A INDÚSTRIA CULTURAL E A REINVENÇÃO DO MACHISMO2024-11-25T12:24:21-03:00Paulo Apolináriopapolinario@unaerp.brSabrina Chaudsabrina.chaud@sou.unaerp.edu.br<p><span style="font-weight: 400;">O artigo analisa como as transformações culturais e sociais se relacionam com os modos de produção, enfatizando a perspectiva de Marx (2007), segundo a qual é o ser social que determina a consciência. O foco recai sobre a indústria da publicidade que, ao refletir mudanças econômicas e sociais, adaptou-se a novos nichos de mercado, especialmente em relação aos padrões morais contemporâneos. Exemplos de campanhas publicitárias revelam a evolução do machismo e a objetificação da mulher, desde anúncios claramente preconceituosos até abordagens mais inclusivas e respeitosas. O conceito de Indústria Cultural de Adorno e Horkheimer fundamenta a análise, indicando que a busca incessante pelo lucro guia as mudanças na publicidade, que se adapta aos valores morais da sociedade. A pesquisa, de caráter exploratório, utilizou revisão bibliográfica e análise de casos específicos para demonstrar como a publicidade cooptou discursos inclusivos, questionando se o machismo foi realmente excluído ou se sua ideologia se tornou mais sutil. O estudo conclui que, embora haja avanços, a persistência de preconceitos sob a superfície da publicidade ainda exige análise crítica.</span></p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Paulo Apolinário, Sabrina Chaudhttps://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/4057ANALISANDO NARRATIVAS2025-12-19T17:13:47-03:00Filipe Locatelli Capelariofilipecapela@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo utiliza a Análise de Conteúdo de Laurence Bardin para investigar a representação da população negra na mídia brasileira, contrastando a cobertura da </span><em><span style="font-weight: 400;">Folha de S. Paulo</span></em><span style="font-weight: 400;"> (mídia hegemônica) com o </span><em><span style="font-weight: 400;">Alma Preta Jornalismo</span></em><span style="font-weight: 400;"> (mídia contra-hegemônica). A pesquisa, estruturada em torno de quatro categorias de análise (Atores, Temas, Avaliação e Dinâmica), analisou eventos críticos entre 2020 e 2024, como o assassinato de João Alberto Silveira Freitas e a prorrogação da Lei de Cotas.</span></p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Filipe Locatelli Capelarihttps://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/3847Dos CHANS A SUZANO2025-08-21T15:02:07-03:00Paulo Apolináriopapolinario@unaerp.brVitória Cristina Gomesvitoria.gomes@sou.unaerp.edu.br<p>O presente texto analisa os webespaços extremistas, com foco no caso do massacre de Suzano, cujos autores frequentavam o fórum "Dogolachan". A análise fundamenta-se na teoria da Análise do Discurso (AD) de matriz francesa, que considera o sujeito social, os sentidos históricos e o discurso como manifestação do corpo social dominante. Utilizando conceitos de Althusser e Foucault, discute-se a relação de poder na sociedade como interdependência entre infraestrutura e superestrutura, bem como a constituição histórica e ideológica do sujeito. A discussão amplia-se para compreender como discursos de gênero e poder moldam identidades e subjetividades, apontando o impacto histórico de relações de opressão, como discutido por Engels e Foucault, ao relacionar práticas discursivas à constituição da subjetividade e identidade dos sujeitos.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Paulo Apolinário, Vitória Cristina Gomeshttps://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/3776Um Encarceramento e desigualdade social2025-06-25T15:03:03-03:00Maria Júlia Melo Diasmaria.jdias@sou.unaerp.edu.brBeatriz Luiz Antoniobeatriz.antonio@sou.unaerp.edu.brClarice Sentome de Sousaclarice.sousa@sou.unaerp.edu.brNatália Cristinny Barontcha Dominguesnatalia.domingues@sou.unaerp.edu.brSabrina Azevedo de Souza Bragasabrina.braga@sou.unaerp.edu.br<p>Este artigo analisa a relação entre o sistema prisional brasileiro, a violência estrutural e o crime organizado. A partir de um recorte social e histórico, destaca-se como a exclusão social e a seletividade penal afetam principalmente a população negra, pobre e periférica. O cárcere é abordado como espaço de dominação e reprodução de desigualdades. A discussão inclui os conceitos de biopoder, necropolítica e falência estatal. Evidenciam-se violações de direitos humanos, com recorte de gênero e sexualidade. O texto também analisa o papel das prisões na consolidação do crime organizado. Destaca-se o abandono estatal e a violência institucional. Argumenta-se que o cárcere perde sua função ressocializadora. A criminalidade é fortalecida dentro e fora dos presídios. Defende-se a urgência de políticas públicas eficazes.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Maria Júlia Melo Dias, Beatriz Luiz Antonio, Clarice Sentome de Sousa, Natália Cristinny Barontcha Domingues, Sabrina Azevedo de Souza Bragahttps://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/4120AS AS NOMENCLATURAS NA PUBLICIDADE E PROPAGANDA: 2026-02-24T13:42:56-03:00Ana Lívia Silvaanalivia1907@hotmail.com<p>A pesquisa investiga a existência de consensos e divergências na nomenclatura utilizada pelos profissionais de Publicidade e Propaganda em Ribeirão Preto, analisando os impactos dessas variações na prática mercadológica. Termos como “Publicidade” e “Propaganda”, “Criação” e “Direção de Arte” nem sempre possuem definições unívocas, o que pode afetar a estrutura organizacional das agências, a comunicação entre profissionais e a formação acadêmica. Com abordagem qualitativa, o estudo utilizou entrevistas e análise documental, buscando compreender se a padronização terminológica é necessária ou se a diversidade conceitual reflete a flexibilidade do setor. Os entrevistados foram cooptados baseado em sua experiência no mercado publicitário de Ribeirão Preto e a interrupção das entrevistas foi através do método de saturação. Conclui-se, portanto, que a complexidade terminológica da área deve ser compreendida como parte integrante profissional da área, não exigindo uma padronização absoluta e sim estabelecem compreensões e alinhamentos claros entre clientes e parceiros e valorizar os processos adjacentes.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Nomenclaturas Publicitárias, Divergências de Nomenclaturas, Terminologias Publicitárias, Análise de Conteúdo, Áreas da Publicidade.</p>2026-03-26T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Ana Lívia Silva