O DIREITO DE IMAGEM NO PÓS-MORTE E O CASO DA RESSUSCITAÇÃO DIGITAL

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Resumo

O presente artigo tem como objetivo estudar o crescimento da chamada "ressuscitação digital", prática que envolve a recriação de pessoas falecidas por meio da inteligência artificial e analisar os possíveis impactos jurídicos e sociais associados ao uso da imagem e da voz de indivíduos falecidos, bem como compreender como o ordenamento jurídico deve se adaptar a essas novas demandas sociais. A pesquisa, de natureza básica e abordagem qualiquantitativa, possui alcance correlacional, pois examina a relação entre o aumento da "ressuscitação digital" e a tutela dos direitos de personalidade. O método utilizado é o hipotético-dedutivo, partindo da seguinte questão-problema: como o crescimento da "ressuscitação digital" por meio da inteligência artificial impacta a tutela dos direitos de personalidade e de que forma o ordenamento jurídico deve se adaptar para lidar com esses novos desafios? Para responder a essa questão, foram realizadas pesquisas bibliográficas e análise legislativa. Ademais, a pesquisa analisa a legislação vigente sobre o direito de imagem de pessoas falecidas, bem como o papel dos familiares na autorização do uso da imagem e voz do falecido. Por fim, a pesquisa destaca os desafios da "ressuscitação digital" no contexto jurídico e social contemporâneo, ressaltando a necessidade de regulamentação adequada para proteger a dignidade e a memória dos falecidos.

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Publicado

2025-12-26

Como Citar

da Costa Domingues Martins, L., & Isabella Steola. (2025). O DIREITO DE IMAGEM NO PÓS-MORTE E O CASO DA RESSUSCITAÇÃO DIGITAL. Anais Do Congresso Brasileiro De Processo Coletivo E Cidadania, 13(13), 619–638. Recuperado de https://revistas.unaerp.br/cbpcc/article/view/3863

Edição

Seção

Direitos da Personalidade e a Dignidade da Pessoa Humana