O EXERCÍCIO DA CIDADANIA REPRODUTIVA OBSTADO PELA IRREFLEXÃO E PELA BALANIDADE DO MAL, DO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT

Autores

  • Ana Carolina Pedrosa Massaro Centro Universitário Moura Lacerda image/svg+xml

Resumo

O presente artigo tem por escopo analisar o exercício da cidadania reprodutiva a partir da conceituação de Hannah Arendt sobre a irreflexão e a consequente banalidade do mal. Com efeito, pretende-se, por meio deste estudo, fazer um comparativo entre as observações Arendtianas sobre a forma irracional de simplesmente obedecer ordens e seguir um código de ética pré-determinado, sem refletir sobre a conduta tomada, levando-se à banalidade do mal descrita pela filósofa quando do julgamento de Eichmann, com as práticas médicas que viabilizam, a qualquer custo, a reprodução artificial, a ceivar cidadania reprodutiva dos envolvidos no ato.

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Publicado

2020-12-12

Edição

Seção

Cidadania e estado democrático de direito

Como Citar

O EXERCÍCIO DA CIDADANIA REPRODUTIVA OBSTADO PELA IRREFLEXÃO E PELA BALANIDADE DO MAL, DO PENSAMENTO DE HANNAH ARENDT. (2020). Anais do Congresso Brasileiro de Processo Coletivo e Cidadania, 8, 290-307. https://revistas.unaerp.br/cbpcc/article/view/2140

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