EXTENSÃO, AMPUTAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PROPOSTA DE UM PROTOCOLO DE SEGURANÇA COGNITIVA E FUNCIONAL

Autores

  • João Flavio de Almeida Universidade de Ribeirão Preto

Resumo

A integração da Inteligência Artificial aos contextos profissionais, acadêmicos e cotidianos amplia capacidades operacionais, mas também pode produzir processos de atrofia cognitiva e dependência funcional. Partindo da relação entre extensão e amputação formulada por Marshall McLuhan, este artigo propõe o “Protocolo de Segurança Cognitiva e Funcional”, uma heurística voltada à preservação da autonomia intelectual diante da automação algorítmica. O protocolo estrutura-se em cinco eixos analíticos: Inovação Absoluta, Otimização Útil, Conveniência Preguiçosa, Atrofia Crítica e Potencial de Reversibilidade. Os resultados indicam a necessidade de instrumentos de triagem capazes de distinguir ganhos cognitivos reais de processos silenciosos de erosão intelectual, oferecendo uma base preliminar para futuras investigações interdisciplinares sobre soberania cognitiva em contextos de inteligência artificial.

Biografia do Autor

João Flavio de Almeida, Universidade de Ribeirão Preto

Graduado em Comunicação Social, mestre e doutor em filosofia da linguagem pelo PPG Ciências, Tecnologia e Sociedade, da UFSCar. Docente nos cursos de jornalismo e publicidade da Unaerp.

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Publicado

2026-05-09

Como Citar

Almeida, J. F. de. (2026). EXTENSÃO, AMPUTAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PROPOSTA DE UM PROTOCOLO DE SEGURANÇA COGNITIVA E FUNCIONAL. In Revista | ISSN: 1980-6418, 17(1). Recuperado de https://revistas.unaerp.br/inrevista/article/view/4178