JUSTICIA SOCIAL Y SOSTENIBILIDAD: CONSTITUCIONALISMO INTERSISTÉMICO Y LA PROTECCIÓN SOCIAL DE LOS TRABAJADORES DE PLATAFORMA
Palabras clave:
trabajadores de plataforma, vulnerabilidad social, constitucionalismo intersistémico, sostenibilidadResumen
Este artigo analisa a reconfiguração da proteção social diante da globalização e da plataformização do trabalho sob a perspectiva do constitucionalismo interssistêmico. Apoiando-se na teoria dos sistemas sociais de Niklas Luhmann e no arcabouço epistemológico pragmático-sistêmico de Leonel Severo Rocha, o estudo investiga como transformações estruturais na sociedade global produzem novas formas de vulnerabilidade social e questionam a efetividade dos direitos fundamentais do trabalho. Argumenta que a proteção social, em contextos transnacionais, não pode ser entendida como prerrogativa exclusiva do Estado, mas sim como resultado de acoplamentos estruturais entre sistemas jurídicos, políticos e econômicos, que coproduzem valores e expectativas normativas. Nesse arcabouço, justiça social e sustentabilidade são entendidas como valores reflexivos que orientam a reconstrução da legitimidade jurídica na sociedade global, especialmente à luz dos desafios impostos pela plataformização do trabalho. O artigo adota uma metodologia sistêmico-construtivista, com abordagem monográfica e técnica bibliográfica, utilizando a matriz pragmático-sistêmica como ferramenta reconstrutiva para observar as interações entre globalização, vulnerabilidade social e proteção jurídica do trabalho.
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Derechos de autor 2026 Anales del Congreso Internacional de La Red Iberoamericana de Investigación en Seguridad Social

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