DIREITO À SAÚDE E INTERCULTURALIDADE: (IM)POSSIBILIDADES ANTE A POLÍTICA INDIGENISTA BRASILEIRA

Autores

  • Edemir Braga Dias Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai das Missões (URI) Campus Santo Ângelo
  • Osmar Veronese

Palavras-chave:

Diálogo intercultural, Cultura, Povos indígenas, Saúde indígena

Resumo

O presente estudo tem como objetivo empreender uma discussão acerca do direito à saúde para os povos indígenas no Brasil. Para alcançar o objetivo proposto busca-se dialogar com a literatura e relacionar com eventos da história brasileira que, em regra, colocam os povos indígenas à margem da sociedade, negando direitos elementares. Metodologicamente, trata-se de pesquisa bibliográfica e hipotético-dedutiva que busca responder ao seguinte questionamento: a política indigenista brasileira garante o direito à saúde com pressupostos interculturais? Considera-se, ao finalizar esse estudo, que a interculturalidade deve permear as práticas que buscam a efetivação do direito à saúde dos povos indígenas, sendo fundamental para o respeito às diferentes culturas e para viver dignamente.

Biografia do Autor

Edemir Braga Dias, Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai das Missões (URI) Campus Santo Ângelo

Mestre em Direito pelo Programa de Pós-Graduação stricto sensu – Doutorado e Mestrado em Direito da URI, Campus Santo Ângelo-RS. Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Indígena; Pós-graduando em Orientação Educacional na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Integrante Grupo de Pesquisa (CNPQ) “Direito de Minorias, Movimentos Sociais e Políticas Públicas” e do Projeto de Pesquisa “Direitos Humanos e Movimentos Sociais na Sociedade Multicultural”, vinculados ao Programa acima mencionado. Graduado em Direito e em Pedagogia pela URI, Campus Santo Ângelo/RS. E-mail: ededias@ymail.com

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Publicado

2026-03-17