BIOÉTICA E DIREITO: PARA ALÉM DA RAZÃO INSTRUMENTAL
Resumo
Muitos desprazeres foram perpetuados ao longo do processo histórico. A perpetuação do ódio e da indiferença, legitimada por uma pretensa premissa de ordenação e de progresso, externou uma série de atrocidades. Em nome do direito e do progresso científico, instrumentalizou-se a pessoa humana e suas relações. O outro visto não como sujeito de direito, mas como objeto de estudo. Critica-se a razão instrumental e propõe-se a consolidação de um novo paradigma ancorado em premissas cidadãs. Nada obstante os dissabores históricos, com o devido estudo e crítica, é possível aprender. Método dedutivo a partir de revisão bibliográfica.
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