AS PRÁTICAS RESTAURATIVAS COMO RESPOSTA À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER: A RESSIGNIFICAÇÃO DOS PAPÉIS DA VÍTIMA E DO AGRESSOR

Autores

  • Janete Rosa Martins URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE SANTO ANGELO/RS
  • Luana Tiburski Casarin URI - Santo Ângelo
  • Luiz Eduardo Almeida Martins UNIJUI

DOI:

https://doi.org/10.55839/2318-8650RevParRPv35n1pa157-177

Palavras-chave:

Justiça Restaurativa. Violência Doméstica. Lei Maria da Penha. Práticas Restaurativas.

Resumo

A violência doméstica e familiar contra a mulher constitui um dos maiores desafios enfrentados pela sociedade contemporânea, refletindo as desigualdades de gênero que atravessam os contextos históricos e culturais. Nesse cenário, emerge a possibilidade de utilizar práticas restaurativas como instrumentos para ressignificar os papéis da vítima e do agressor, promovendo a reparação dos danos. A partir dessa perspectiva, o presente estudo tem por objetivo, utilizando o método hipotético-dedutivo e com base em fontes bibliográficas, analisar a interação entre a Lei Maria da Penha e os métodos restaurativos no enfrentamento à violência doméstica e familiar praticada contra a mulher. Dessa forma, no âmbito da justiça restaurativa, enfatizam-se o diálogo, a responsabilização do agressor e a sua reeducação como estratégias fundamentais para prevenir a reincidência e desconstruir padrões machistas. Assim, com base nas temáticas apresentadas, constata-se que a complementaridade entre a Lei Maria da Penha e os métodos restaurativos marca um progresso substancial na abordagem da violência doméstica e familiar.

Biografia do Autor

  • Janete Rosa Martins, URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE SANTO ANGELO/RS
    Doutora em CIencias Sociais - UNISNOS/São Leopoldo/RS, Mestre em Direito - UNISC - Santa Cruz do Sul/RS, Especialista em Direito Público e Bacharael em Direito - UNIJUI - Ijuí/RS. Professora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Mestrado e Doutorado, Coordenadora da Pós-graduação lato sensu e professora da graduação da URI - Santo Ângelo, pesquisadora em mediação e extensionista

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Publicado

2026-08-07

Como Citar

AS PRÁTICAS RESTAURATIVAS COMO RESPOSTA À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER: A RESSIGNIFICAÇÃO DOS PAPÉIS DA VÍTIMA E DO AGRESSOR. (2026). REVISTA PARADIGMA, 35(1). https://doi.org/10.55839/2318-8650RevParRPv35n1pa157-177

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