A COISA JULGADA NAS AÇÕES COLETIVAS: EFETIVIDADE E GARANTIA DA SEGURANÇA JURÍDICA
Resumo
Este artigo traz um estudo sobre coisa julgada resultante da tutela jurisdicional coletiva. Com a evolução social e política, principalmente após a Constituição Federal de 1988, foram materialmente assegurados direitos transindividuais e individuais homogêneos, que ultrapassam a esfera do indivíduo. O surgimento destes direitos coletivos demonstrou a necessidade de uma tutela jurisdicional diferenciada e ampla, levando o legislador a criar um microssistema processual coletivo, com o objetivo de ampliar o acesso à Justiça e efetivar a tutela jurisdicional dos direitos transindividuais. Tendo em vista que o processo civil tradicional é eminentemente voltado à tutela das relações intersubjetivas, o instituto da coisa julgada teve que ser harmonizado com a nova realidade. Para tanto, aborda-se os aspectos gerais relativos à coisa julgada no processo civil, para depois investigar a coisa julgada nos processos coletivos: conceito, espécies, funções e limites objetivos e subjetivos. Ao final, realiza uma análise da aplicabilidade do artigo 16 da Lei 7.347/85 (Lei da Ação Civil Pública), no que diz respeito à limitação territorial da coisa julgada coletiva.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A submissão de artigos à REVISTA REFLEXÃO E CRÍTICA DO DIREITO está vinculada à licença da Creative Commons CC BY-NC 4.0 internacional. Através desta licença, o autor mantém seus direitos autorais, mas permite, para fins não comerciais, que as pessoas possam copiar e distribuir o seu trabalho, reservando os respectivos créditos, nas condições especificadas.
Ao submeter artigos à REVISTA REFLEXÃO E CRÍTICA DO DIREITO o (a) autor (a) já autoriza sua publicação, em caso de aceitação, após o devido processo de avaliação, ciente da política de acesso livre do periódico.
O autor (a) declara ciência de que serão publicadas todas as informações consignadas na submissão, incluindo nome, afiliação, titulação e endereço eletrônico.
Da mesma forma, o interessado, ao submeter o trabalho no site da revista, DECLARA QUE É AUTOR (A) DO TRABALHO, BEM COMO DO VÍNCULO DAS DEMAIS PESSOAS TAMBÉM APONTADAS COMO AUTORAS, assumindo inteira responsabilidade por tais declarações.
O periódico não cobra nenhum tipo de taxa. Todas as submissões, avaliações e publicações são gratuitas, bem como o seu acesso é aberto e também gratuíto.







